Sada Cruzeiro derrota Vivo Minas no volei e passa fácil para a final

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Sada Cruzeiro e Minas jogaram hoje, Sábado, 29 de março, e o Cruzeiro derrotou o Minas pelo placar de 3 sets a 0. Assim, o Cruzeiro passou para a final da Superliga de Volei 2013-2014.

A 1ª Rodada ficou assim:
Sada Cruzeiro (MG) 3x0 Vivo/Minas (MG)
Ginásio do Riacho, em Contagem (MG)

A 2ª Rodada ficou assim:
 Vivo/Minas (MG) 0x3 Sada Cruzeiro (MG)
Arena Vivo, em Belo Horizonte (MG)

Com isso, o Sada Cruzeiro não precisou da terceira rodada, que seria dia 05/04, em Contagem. 
O Cruzeiro Espera o vencedor do jogo São Paulo x Campinas para duelar na final"

- Willian Ernani



Rede Cruzeiro Torcedor


A Rede CRUZEIRO TORCEDOR (Oficial) começou no início do ano de 2013, sendo o proprietário, Willian Ernani.
A principio, era somente um perfil fake de um torcedor louco pelo Cruzeiro, no facebook, daí as coisas tomaram proporções inimáginaveis 
Hoje, a Rede Cruzeiro Torcedor conta com Página no Facebook, Perfil no Facebook, e Blog Oficial, Instagram e Tumblr. Mais pra frente, terá também Site Oficial e, como projeto, terá também adesivos, camisas e blusas, e artigos do blog para a venda.

"Ser Torcedor do Cruzeiro"

"Ser torcedor, não é só gritar gol!
Não é só criticar o time em uma má fase!
Não é só dizer que torce!

Ser torcedor de verdade é torcer na alegria e na tristeza!
Estampar as 5 estrelas com orgulho no peito!
Apoiar o time nas horas ruins, nos momentos e fases difíceis enfrentados pelo time!
Elogiar e gritar na torcida!

#EuSouCruzeiroeoMeusentimentoÑvaiParar!


Vocês que só torcem para o Cruzeiro nas fases boas, mudem de time! 

Vcs não merecem ter o status de TORCEDOR DO CRUZEIRO!


Para vcs q mesmo nas derrotas, continua apoiando o time, Parabéns! 

Cruzeiro sempre, na mente e no Coração!"

- Willian Ernani

REDE CRUZEIRO TORCEDOR

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Ser Torcedor do Cruzeiro!





Ser Torcedor do Cruzeiro!

"Ser torcedor, não é só gritar gol!
Não é só criticar o time em uma má fase!
Não é só dizer que torce!

Ser torcedor de verdade é torcer na alegria e na tristeza!
Estampar as 5 estrelas com orgulho no peito!
Apoiar o time nas horas ruins, nos momentos e fases difíceis enfrentados pelo time!
Elogiar e gritar na torcida!

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Vocês que só torcem para o Cruzeiro nas fases boas, mudem de time! 
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Era uma vez em Belo Horizonte (crônica sobre a história do futebol na capital mineira)

Era uma vez em Belo Horizonte 

(crônica sobre a história do futebol na capital mineira)




Era uma vez, uma mãe bem gorda e carinhosa. Ela tinha dois filhos e os tratava com o mesmo amor. Eles tinham nomes bem comuns e por isso todos os chamavam pelos apelidos. O mais velho era o Bicudo. Um garoto forte, sério e organizado. Andava sempre alinhado e não se misturava com ninguém. Cenoura era o filho mais novo. Mais descolado, saía com a galera, bebia cachaça e sonhava ser músico. A família morava em uma fazenda e tinha muito dinheiro. Os garotos passavam o dia inteiro jogando bolinha de gude. O mais novo era bem mais habilidoso e o mais velho era muito forte e vingador.


Tudo corria bem até que o mais novo ganhou dez vezes seguidas do mais velho! Nesse dia foi uma briga feia! Eles brigaram tanto que a mãe teve que construir uma casa para cada um. Cenoura ganhou uma casa bonita e verde. Que ele mesmo ajudou a construir. Estava adorando essa nova independência. Bicudo ficou enciumado e começou a reclamar. Chorou tanto que a mãe teve que construir uma casa ainda maior, porque a criança simplesmente não parava de chorar.

– “Maior!”, dizia. “Maior”!

A Mãe era rica, mas não tinha dinheiro suficiente para o tamanho do capricho do filho. Não restava saída a não ser pedir ajuda ao Pai das crianças para construir a nova casa. O Pai era um senhor bom, muito rico, mas um pouco mulherengo. Em uma dessas escapadas, engravidou uma bela jovem italiana, filha de um nobre padeiro da cidade. A esse novo filho, o chamavam de Parafuso, porque era pequeno como o macarrão e adorava pregar peças.

Ao saber da traição, a Mãe Gorda mandou colocar fogo na padaria e matar toda a sua família. O incêndio queimou tudo, mas como último suspiro, a jovem deu a vida para salvar o filho.

O Pai, arrependido da traição, concordou em construir uma casa bem grande, do tamanho do Maracanã. Mas tinha uma pequena condição. A Mãe Gorda teria que aceitar que o filho de fora do casamento também morasse nessa nova Casa Grande. E tinha que cuidar do pequeno Parafuso como se fosse seu filho. Ela pensou: “Essa casa é bem grande, cabem os dois. E esse moleque é tão franzino que rapidinho morre. Dá até dó, coitado! Hahahahaha”.

O mais velho não gostou nada de dividir a nova Casa Grande com aquele garoto estranho, mas foi convencido pela mãe de que seria temporário. Em breve a casa seria só dele.

E assim foi. A Mãe Gorda olhava para os três com muito amor. E se sentia bem consigo mesma: “Como sou acolhedora e hospitaleira”!

O tempo foi passando e aquele menino franzino foi crescendo e ficando um pouco mais forte. E timidamente admirava os novos irmãos jogarem bolinha de gude. Ficava visivelmente encantado com a habilidade do mais novo, o Cenoura. Lá do seu canto, afastado dos outros, Parafuso inventava partidas fictícias contra oponentes imaginários. E assim, todas as tardes brincava sozinho e se divertia um montão. Às vezes, o mais novo lhe ensinava algum truque, mas a Mãe Gorda sempre interrompia:

– Já disse que não quero ver você com esse bastardo!

O orgulho da Mãe Gorda era ver os filhos nos campeonatos de bola de gude. E resolveu inscrever os três em um torneio nacional. Sua intenção era humilhar aquele moleque franzino na frente de todos e provar que seus filhos legítimos eram melhores que o filho de uma estrangeira qualquer.
Mas não foi bem isso o que aconteceu.
Bicudo, o filho mais velho, foi logo eliminado na primeira fase.
Cenoura, conseguiu ir mais longe, mas a boemia sempre parecia um atrativo melhor.
Para a surpresa de todos, o moleque franzino foi avançando, avançando até chegar a final.
A Mãe Gorda dizia: “Que sortudo esse menino. Uma pena que não vai ser campeão. Mas tem muita sorte. Sorte pura. Hahahaha”.

E de fato a disputa final foi bastante complicada. Seu concorrente era um negrinho chamado Gasolina, um primo do interior que foi fazer a vida no litoral de São Paulo. Diziam que ele era o Melhor do Mundo.

Todavia, com criatividade e habilidade fora do comum, o moleque franzino conseguiu ganhar a primeira partida dentro de casa. E também ganhou de virada a partida fora, surpreendendo a todos no país! Parafuso era o Campeão Nacional de bolinha de gude!

O pai estava vaidoso! A Mãe gorda fingia orgulho, mas no fundo ela se arrependia de não ter matado aquela criança. Ela se sentia ferida e humilhada. Precisava mostrar pra todo mundo que o filho dela era muito melhor. Mas Bicudo por mais que tentasse não levava o menor jeito para bola de gude.
Então, a Mãe ligou para a Avó das crianças, uma senhora muito poderosa, e exigiu que seu primogênito entrasse para seleção Brasileira, que ia disputar o Mundial. E fez questão que desconvocassem o moleque franzino, porque ali não era o lugar dele, dizia. Ela ia provar para o mundo o valor do seu filhinho, custe o que custar.

A Avó, uma velha ainda mais gorda e extremamente autoritária ligou para o treinador e forçou a entrada do Bicudo na seleção. Ninguém no país gostou. Muito menos na seleção.
O técnico disse: “Cuide de seu ministério, que eu cuido da escalação do meu time”.
A Avó, sem titubear, mandou cortar sua cabeça e botou outro bem mais obediente em seu lugar.

Dito e feito. Bicudo foi convocado e viu do banco de reservas o Brasil ser Tricampeão Mundial…de bolinhas de gude.

Mas a Mãe Gorda ainda não estava satisfeita. Tinha que fazer de tudo para que o seu filho pudesse ganhar um título e enfim ser campeão brasileiro. Estava disposta a qualquer coisa, inclusive a se misturar com a gentalha. Então foi fazer amizade com as classes mais pobres. E sabe de uma coisa? Essa mistura fez muito bem pro Bicudo… Ele ficou mais bem humorado, mais descontraído e até um pouco mais habilidoso. Mas, a arrogância e o sentimento de vingança nunca o abandonaram. E o pior. Para atrair os mais humildes que estavam encantados com o carisma de Parafuso, a Mãe gorda inventou um monte de mentiras sobre o moleque franzino. Mentiras que são contadas até hoje. Inventou que ele era esnobe, que era mais fresco e que era moderno demais. Dizia até que ele não era brasileiro.

Uns acreditaram. Outros não.

O tempo passou e Bicudo foi melhorando. O contato com o povo surtiu efeito. E, anos depois, com a imprescindível ajuda da massa, o filho mais velho conseguiu finalmente ser Campeão Brasileiro de bolinha de gude!

A Mãe gorda ficou feliz. Felicíssima! Não se aguentava de contentamento. Ficou tão feliz que decidiu que era hora de expulsar o filho franzino da Casa Grande. Teve a brilhante ideia de mandá-lo para um intercâmbio bem longe. Mandou o Parafuso pra bem depois da cordilheira dos Andes, num lugar frio e isolado chamado Santiago do Chile.

E lá foi o menino franzino e assustado. O início foi difícil, outro idioma, outra cultura. Mas o garoto já estava acostumado a ser um estranho no ninho. E com seu carisma nato, sua habilidade fora do comum e uma dose de molecagem, Parafuso saiu de Santiago com o título de Campeão da América!

Foi sua Libertação! Voltou então para o Brasil disposto a tomar conta da Casa Grande que seu pai lhe deu! Afinal, também era herdeiro legítimo daquele lugar. Resolveu peitar a Mãe Gorda e má! E foi uma briga feroz. A Mãe não estava disposta a perder de novo. Vendeu tudo o que tinha para investir na carreira dos filhos. E para ser ainda mais eficaz, ela decidiu escolher apenas um dos dois. Optou pelo que chorou mais alto. Escolheu Bicudo e renegou Cenoura.

E assim, viu o filho mais velho ficar com o Rei na barriga. Ele passou a ganhar todas as disputas domésticas. Bicudo foi crescendo e, quanto mais habilidade adquiria, mais arrogante ficava. Mas, não importava o quanto jogava bem, ele nunca conseguia ser campeão de um título importante. Nunca. Quando chegava a alguma final, sempre esbarrava em Zé Urubu, um outro moleque super mimado filho de uma Mãe ainda mais gorda. Uma Mãe Carioca que também usou a tática de se aproximar das massas. E o que é pior, usava a tática de se aproximar da arbitragem também.

Bicudo seguia tentando em vão. Cenoura se entregou à boêmia, recolheu-se à sua pequena casa, mas sem perder a alegria jamais. Já Parafuso sofreu muito com as mentiras e com o isolamento. Passou anos sem conseguir um título. Parecia que seria o fim. Finalmente o filho mais velho e mimado dominaria as ações.
Mas algo faltava àquele moleque arrogante e antipático. Algo inexplicável. Algo que separa os bons dos maus.
Ele não conseguia ser campeão de novo.
A mãe gorda chorava: “É o azar, só pode ser azar. Meu filho é o melhor do mundo”!

O tempo passou. E o filho mais velho seguia recebendo toda a atenção, mas não conseguia ser campeão.

Então, Parafuso decidiu que era hora de buscar outras terras e partir para onde ele era querido. Pôs o pé na estrada e foi fazer sucesso mundo afora. E assim colecionou títulos internacionais. Todo ano era um. Supercopa. Recopa. Libertadores. O moleque franzino foi crescendo, crescendo e se tornando um gigante. Era o sucesso entre as mulheres! Voltou e começou a mandar na Casa Grande de novo. Sempre subestimado e comendo pelas beiradas, começou a mandar no Brasil também. Morta de inveja, quanto mais o menino ganhava, mais mentiras a Mãe Gorda contava. Só que agora as mentiras não faziam efeito. O moleque era astuto, combativo e jamais vencido.
Eis que, em um belo ano, Parafuso foi além. Conquistou a famosa tríplice coroa da bolinha de gude. Feito inédito no país. Em um só ano, ele conquistou tudo que poderia ter conquistado. Foi a maior façanha de um jogador de gude de todos os tempos.
Já não havia como comparar os dois filhos rivais. As disputas ficaram cada vez mais desiguais. Era 5×0, 5×0 de novo, 6×1. O menino franzino se tornou o verdadeiro dono da Casa Grande!

A Mãe Gorda ficou louca! Seu filho era chacota nacional. Ela tinha que fazer algo e rápido! Agora era guerra! Ela começou a se prostituir. Deu pra banqueiro. Deu pra político. Roubou até a casa do filho mais novo e deu para o mais velho. Foi uma vergonha. Valia tudo para ver o filho campeão.

Tanto fez, tanto fez, que finalmente o Bicudo conquistou (comprou) a tão sonhada taça de campeão da América. Hoje o Brasil inteiro acha o filho dela um amor e ela morre de orgulho.

Fim.


Por Otávio Ogando

Obs: a mãe gorda é a imprensa mineira. 




MetalZeiros

MetalZeiros



Fui em busca de mais de nossas torcidas, mais organizadas do Cruzeiro, achei uma Torcida muito bacana, que une a paixão pelo Rock/Metal e o amor pelo nosso Cruzeiro, surgiu assim a MetalZeiros.

Busquei mais sobre esta torcida, e oque eu consegui está citado abaixo:


Cesar Felipe, Via Facebook: "Um pouco da história da MetalZeiros.... A torcida existe desde 2009 e começou com a ideia do João Senna em criar uma torcida de Rock e Metal do Cruzeiro, a partir daí eu me interessei pela ideia e começamos a levantar a torcida aos poucos. Nesse início tudo era muito difícil porque o pessoal tinha um pé atrás em querer apoiar nosso movimento. Mas a torcida começou a crescer mesmo ano passado quando eu propus pro João Senna levar a torcida pra frente e hoje estamos ai crescendo cada vez mais."





Imagens e Fotos com Direitos Autorais! Se for usar, deixe os créditos do Blog Cruzeiro Torcedor!
(Obs: Blog com Rastreador de ID)

Uniformes do Cruzeiro, de 1921 a 2014

Uniformes

1921 - 1991

AnoImagemComentário
1921Camisa-1921.jpegO primeiro uniforme do time foi improvisado. Era camisa verde escura, calção branco e meias verdes. Foi com ele que o clube marcou a sua estréia no dia3 de abril, no Estádio do Prado Mineiro, com uma vitória de 2 a 0 sobre o Combinado Villa Nova e Palmeiras, de Nova Lima.
1922
1923-1927
1928-1935Neste ano a camisa verde escura deu lugar a um tom mais claro, com gola branca e punhos vermelhos. O calção continuou branco e as meias verdes ganharam detalhes em vermelho e branco, caracterizando as cores da bandeira italiana. Este uniforme foi utilizado, até 1940. Por causa da cor verde clara da camisa o time levou o apelido de "periquito".
1936-1939
1940-1942Neste ano houve uma modificação radical no uniforme. A camisa passou a ter faixas horizontais verde e vermelha, gola e punhos brancos com o escudo ao centro. O calção branco e as meias vermelhas. Com este uniforme aconteceu a conquista do Campeonato da cidade de 1940, após 10 anos de jejum. O apelido também mudou de "periquito" para "tricolor".
1942Camisa usada uma única vez, no jogo em que o Cruzeiro jogou com o nome de Ypiranga.
1942-1956Com o nome modificado para Cruzeiro, o novo uniforme passou a ter camisa azul com gola e punhos brancos. O escudo redondo com o fundo azul e a constelação do Cruzeiro do sul ao centro, ficava no lado esquerdo da camisa. Os calções e as meias passaram a ser brancos.
1950-1956Devido ao estado precário dos sistemas de iluminação dos estádios, o Cruzeiro lançou um uniforme para os jogos noturnos: camisa branca com gola, punhos e o escudo azul; calção azul e meias brancas. O uniforme durou 9 anos.
1956Uma nova experiência foi feita com o lançamento de mais um novo uniforme. Desta vez a camisa passou a ter listras horizontais azul e branca; calções brancos e meias brancas. Não chegou a ser utilizado em muitas partidas.
1957-1959
1959-1983Neste ano, o Cruzeiro modificou, mais uma vez o seu uniforme. A camisa passou a ser toda azul, sem golas e com as estrelas soltas a altura do peito. Os calções brancos ganharam em sua lateral uma listra azul vertical e as meias continuaram brancas. A estréia do novo uniforme aconteceu no Estádio dos Tecelões, num amistoso contra o Renascença, no dia 19 de setembro. O jogo terminou com um empate em 1 a 1. O gol foi de Abelardo, o "flecha azul".
1976Camisa1976-1.jpgCamisa usada na conquista da Taça Libertadores da América of 1976
1984Primeira camisa com logotipo do fornecedor de material esportivo (Topper)
1987-1988Camisa1987.jpg
1989Camisa1989-2.jpgPrimeira camisa com patrocinador (Coca-Cola)
1990-1991Camisa-1990-II.jpg

1992 - 2000

AnoImagemComentário
1992-1995Camisa-1995-I.jpg
1996
1997
1998
1999

2000 - 2010

AnoImagemComentário
2000Neste ano o clube abandonou as estrelas soltas no lado esquerdo da camisa, após 40 anos. Pela primeira vez, a camisa passou a levar o escudo oficial do clube.
2001
2002Camisa2002-1.jpg
Camisa2002-2.jpg
Camisa2002-3.jpg
O Cruzeiro voltou a utilizar as estrelas soltas no lado esquerdo da camisa.
2003Camisa2003-I.jpg Camisa2003-II.jpgO escudo voltou a substituir as estrelas soltas, dessa vez acompanhado de duas taças, referentes às conquistas das Libertadores.
2004Camisa2004-1.jpg
Camisa2004-2.jpg
Camisa2004-3.jpg
Novamente adota-se um uniforme número 3, azul celeste, lembrando as cores da seleção do Uruguai. Nesse ano o escudo, nos três uniformes, além das tacinhas, ganhou uma coroa (posteriormente incluída no estatuto do clube como parte oficial do escudo) relembrando a conquista da Tríplice Coroa no ano anterior. Além disso, também estava presente o escudo da CBF, como atual Campeão Brasileiro, acompanhado de duas estrelas amarelas, referentes aos dois títulos de campeão nacional.
2005Camisa2005-1.jpg
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Camisa2005-3.jpg
Os uniformes números 1 e 2 utilizados em competições nacionais e utilizam o escudo no peito. Nas competições internacionais e em algumas partidas doCampeonato Brasileiro utilizou-se o uniforme número 3, de azul um pouco mais claro, e com mais detalhes brancos, porém com as estrelas soltas. Uma novidade nesse terceiro uniforme foi a cor dos números dos jogadores, que passou a ser amarelo. Nos três modelos as estrelas e taças deslocaram-se para a manga da camisa.
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Entra em vigor o contrato com a multinacional alemã Puma. Os uniformes 1 e 2 seguem o tradicional, sem muitos detalhes. As tacinhas e estrelas foram abandonadas. Segue apenas a coroa em cima do escudo, que como dito anteriormente, passou a fazer parte do estatuto do clube. O uniforme 3, assim como em 2005, traz as estrelas soltas com a coroa sobre elas. Detalhe também para uma faixa branca e outra dourada sobre as mangas.
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Após eleição realizada pelo site do clube, os torcedores decidem que as estrelas soltas voltariam à camisa. A coroa passa a ficar logo abaixo da gola, juntamente com o nome do time. O logo da Puma, assim como o número nas costas, passam a ser dourados.
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Esperando texto
2009Camisa2009-1.jpg
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Esperando texto
2010Camisa2010.jpg
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Esperando Texto

2011 - 2020

AnoImagemComentário
2011Camisa2011.jpg
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Esperando texto
2012Camisa2012 1-frente.jpg
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Esperando texto
2013Camisa2013 1-frente.jpg
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Esperando texto
2014Camisa2014 3-frente.jpg
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Camisa2014 3-2-costas.jpg
Cruzeiro teve 3 uniformes em 2014:
  • Um para a disputa da Libertadores (modelo Azul e Branco)
  • Um para a disputa do Brasileiro (modelo Azul e Branco)
  • Um uniforme alusivo a Copa do Mundo.
O uniforme com patch de Campeão Brasileiro só foi usado no uniforme lançado para o Brasileiro.[2]

Místicas da camisa branca

Curiosamente, no jogo em que garantiu a permanência na Primeira Divisão do futebol brasileiro e encerrou um jejum de três partidas, o Cruzeiro estava com o “uniforme da sorte”. Trajado todo de branco, o time celeste venceu o Bahia, por 3 a 1, e amenizou os protestos da torcida no Independência. Vindo de três derrotas, o time seria pressionado pelos rivais se não tivesse conseguido reverter o placar no Horto.
Essa não é a primeira vez na história recente que o clube adota a linha branca. No Brasileiro do ano passado, o Cruzeiro resgatou a cor na reta final e se livrou da queda na última rodada, em vitória sobre o rival Atlético, pelo placar de 6 a 1. Em cinco jogos com o uniforme, a equipe venceu dois e empatou três.

Mística

A mística da camisa branca ganhou vida no fim dos anos 80. No Brasileiro de 1987, o clube celeste jogou cinco dos oito jogos decisivos da reta final com a camisa branca e foi obtendo grandes resultados, até classificar-se dramaticamente para a semifinal, contra o Inter. Foram cinco vitórias e três empates
A classificação, jogando de branco, veio contra o Santos, no Pacaembu. Careca marcou um gol aos 47 minutos do segundo tempo, em posição irregular de impedimento, mas o tento foi validado pela arbitragem.
Na semifinal, o Internacional resolveu acabar com a mística celeste. No primeiro jogo, o Cruzeiro jogou de branco e empatou no Beira-Rio. Na segunda partida, no Mineirão, o Inter só levou para BH seu uniforme branco e 'obrigou' a Raposa a vestir sua camisa tradicional. Resultado: 1 a 0 para o Colorado, classificado para a finalíssima contra o Flamengo.

Como surgiu a camisa branca

O Cruzeiro jogou pela primeira vez de branco em sua história em 20 de abril de 1950, em um amistoso contra o Sete de Setembro, no estádio do Barro Preto. O clube celeste venceu a partida por 4 a 1.
O que poucos torcedores sabem é que a camisa foi criada para ser utilizada em jogos noturnos, por causa dos deficientes sistemas de iluminação nos estádios na época. No uniforme, o calção era para ser azul, mas a empresa que confeccionou se esqueceu de produzir as peças e os shorts brancos do uniforme principal foram improvisados. Dessa forma, o Cruzeiro jogou todo de branco nesse duelo.

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